Tal como dizia no post anterior, até no Vietname os nossos artistas da bola são badalados... E muito! Basta olhar para o jornal desportivo de Saigão que fotografei há uns dias atrás. Diga-se de passagem que os Vietnamitas são particularmente doidos por futebol e que o seu seleccionador nacional é Tuga: o Henrique Calisto, um semi-Deus como o Mourinho desde que ganhou a Taça da Ásia para o Vietname há um par de anos.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Somos os maiores!
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14.4.11
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Vertigo
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5.11.10
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Tailândia
O pecado mora ao lado
Claro que na Plaza propriamente dita, onde os bares se amontoam em três níveis como se pode ver numa das fotos, evitei entrar nos antros dos andares superiores. Só espreitei rapidamente ao passar por um e ia sendo sugado para aquilo que parecia uma caverna cheia de corpos nus a trepar por uns postes acima, Brrr... Para a posteridade deixo-vos uma "short list" de nomes de bares, uma toponímia pitoresca e auto-explicativa:
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5.11.10
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Tailândia
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Fast food
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25.10.10
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Combustões
A foto é da capa do The New Paper de Singapura de ontem. Os acontecimentos recentes em Banguecoque foram por demais mediatizados à escala global, por isso vocês sabem de que falo. No entanto talvez não alcancem bem o impacte que tem aqui no Sudeste Asiático a quase-guerra-civil que testemunhámos na capital da Tailândia . Quem assistiu ao triste "espectáculo" da sublevação vermelha aqui de Singapura, mesmo um Asteróide cuja órbita é errante, não pode evitar um sentimento de grande tristeza e consternação. Os países vizinhos gostam da Tailândia. Ou, mais precisamente, os povos vizinhos gostam dos Tailandeses. E dos seus sorrisos. E, já agora, de passear em Banguecoque aos fins de semana, em sessões desenfreadas de "shopping"! O Asteróide percebe: pelo que já viu da Tailândia, em Banguecoque ou noutras paragens, também se apaixonou um bocadinho. Pelos sorrisos, mais que pelo shopping! Se quiserem ter uma ideia de Banguecoque, incluindo o aspecto que pode ter um "shopping-mall" antes de pegar fogo, espreitem as fotos que lá tirei em 2007.
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21.5.10
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Cromos de Koh Lanta
Koh Lanta está situada na costa na costa Oeste da Tailândia (o mar de Andaman, já parte do Oceano Índico) mas a Leste das Phi Phi e de Phuket. Só em 1996 ficou ligada à electricidade. No mesmo ano inaugurou-se a ligação por ferry para carros entre o continente e as duas ilhas principais que compõem este distrito da província de Krabi (ambas as travessias não são mais que umas poucas centenas de metros...). Um clã de Chao Ley (os "Ciganos do Mar") ainda habitam estas paragens, tentando preservar os seus costumes antigos, mas a população de hoje é uma mistura de Tailandeses budistas e muçulmanos, chineses, malaios e... Suecos! Estes últimos dominam o desenvolvimento recente do turismo nesta zona. Não sei porquê, o que é que os trouxe, mas práticamente colonizaram Koh Lanta! Os Vikings são donos dos resorts, das empresas que organizam os mergulhos, têm restaurantes Suecos, escolas Suecas. E tal como os chalets suiços dos nossos imigrantes quando regressam a Portugal, aqui os Suecos gostam de viver sobre telhados zincados preparados para a neve, em vez de usar a magnífica arquitectura rural Tailandesa!
Cheguei numa quinta-feira à noite a Krabi, capital de provincia, com um casal amigo. Krabi fica a norte de Koh Lanta e tem um aeroporto novo para escoar os números crescentes de turistas (começa a ser uma alternativa a Phuket, do outro lado do golfo). Voámos para lá na Tiger Airways por pouco mais de 100 euros cada. Um motorista do resort apanhou-nos e demorou duas horas e os tais dois ferries para nos despejar finalmente, pelas 1.30 da manhã, no Noble House resort na Klong Dao Beach, na ilha de Koh Lanta. O resto foram 3 dias de mergulhos no Índico, ao largo de Koh Lanta. Saíamos de manhã pelas 8 da manhã e estávamos de volta pelas 4 da tarde. Mas ainda deu para um relax de vez em quando na piscina, duas doses de massagens na praia e uns copos num bar "rasta" surreal! Espreitem o album “Koh Lanta a seco”... E não se esqueçam dos albuns “Peixes” e “Divers”!
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6.11.07
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domingo, 4 de novembro de 2007
O choque dos Mundos aplacado por Buda: a feérica Bangkok
Bangkok é também a cidade de todos os meios de transporte: chega-se de avião, apanha-se o taxi para o hotel, usufrui-se do moderno metro para visitar os mercados dos arredores, sobrevoando a cidade em viadutos futurísticos ou mergulhando no seu subsolo, apanha-se o barco de carreira para avançar umas paragens rio acima (o Chao Phraya, verdadeira artéria da cidade), salta-se para uns barquitos tipo gôndolas motorizadas para percorrer os canais da labírintica Bangkok “profunda” e, last but not the least: o tuk-tuk! Claro, aqueles triciclos de motor a dois tempos que enxameiam as ruas e que por 20 ou 40 bats (50 cêntimos a 1 euro...) nos levam por todo o lado. Até de graça nos carregam, acho, se os deixarmos arrastarem-nos pelas lojas de Bangkok que lhes pagam comissões!
Os Tailandeses são de uma simpatia desarmante, em geral. Há sempre um sorriso, mesmo que seja o de um condutor de tuk-tuk a fazer-se despercebido para nos despejar num alfaiate manhoso, numa rua esconsa... A limpeza das fardas escolares contrasta com os farrapos dos mendigos, da mesma maneira que os shopping centers de Rama I contrastam com as barracas nas margens dos canais.
A densidade de templos em Bangkok é impressionante. E no coração de Bangkok, no ponto da margem do Chao Phraya onde encontramos o complexo do Grande Palácio Real, a riqueza dos edíficios e dos seus conteúdos é fabulosa... Mas não só. Um pouco por toda a cidade, desde o Golden Mount Temple no topo de uma colina com vista magnífica até ao Buda Dourado (5 ton de ouro maciço...) escondido num templo algures numa rua mais perdida, os pagodes sucedem-se e os dourados ferem-nos a vista.
Um conselho: se forem a Bangkok façam como eu mais a minha companhia: esfalfem-se nos mercados, sacudam-se de barco pelos canais, dêem cabo dos pés a calcorrear templos e, quando estiverem bem derreados e suados, vão usufruir do chá das cinco no The Authors Lounge do Oriental Hotel. É chegar ao céu. O chá de primeira, os scones a babarem manteiga derretida e compota caseira, a terrina cheia de bolinhos, tudo a ser saboreado ao som de uma guitarra clássica tocada ao vivo, suavemente, no sítio onde Conrad em 1888 ou Sommerset Maugham em 1923 já beberricaram o seu chá...
Espreitem por partes a Cidade, as Pessoas e os Templos nos albuns que publiquei no Picasa online.
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4.11.07
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Safari Tailandês... a 18 metros de profundidade
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2.11.07
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