domingo, 25 de novembro de 2012
Uma curva enganadora
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25.11.12
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Escatologicamente chez Monaco
Foi então que vi o pombo. Já percebi que vocês ainda não viram o pombo porque ficaram de boca aberta a ver um gajo nu de cócoras a fazer algo que não devia num jardim público, ainda para mais no Mónaco e a olhar para o Palácio do Principado. Mas por favor olhem uma segunda vez e verão um pombo, solidário, também a fazer força. Pousado em cima da cabeça do badalhoco e a olhar para o fotógrafo...
Perguntarão então: mas qual é o raio da mensagem que este post pretende passar? Uma pergunta muito interessante para a qual não tenho resposta. Os posts do Asteróide saltam para a net sem desculpa ou intenção, provocados por um evento ou uma simples imagem mais estranha. Depois logo se arranja qualquer coisa para escrever... No entanto deixem-me partilhar um título alternativo para este post: Coprologia A La Monaco. O português é muito traiçoeiro e portanto quero estar seguro que vocês percebam que este post trata de fezes, e não do fim do mundo... Se agora ainda percebem menos vão à Wikipedia ou ao Google e procurem por 'coprologia' e por 'escatologia'...
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14.2.12
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sábado, 10 de julho de 2010
Cada um tem a poluição que merece...
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10.7.10
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Sigurdardottir, Leosdottir, Monaco, helicópteros e Aljubarrota: tudo a ver com o Cristiano Ronaldo
Acredito que se possam sentir um pouco tontos, mas espero que compreendam. Afinal o Asteróide descreve órbitas pouco usuais e cruza-se (usando uma miríade de veículos, entre os quais, só nas últimas 24 horas, dois aviões da Portugália, um táxi da Côte d’Azur, as perninhas para andar a pé no Mónaco, um helicóptero da Heli Air Monaco e os olhinhos que Deus lhe deu para ler notícias surpreendentes nos jornais) com acontecimentos imprevistos com a mesma ligeireza com que o escriba vos impõe estes títulos loucos. Ou talvez não. Ou seja, talvez o título não seja louco, a sua estranheza se devendo apenas ao facto de o Asteróide se encontrar um pouco “mareado” pela paixão futebolística. Já nos aproximamos de Aljubarrota, hem, agora que a verve se desviou para o castelhano? Ora vejamos porque me ocorre escrever estas linhas neste momento, 15:55 no Monaco e na África do Sul, 21:55 em Singapura onde uma data de amigos se preparam para uma farra monumental, 14:55 em Portugal, enquanto um Fokker ronceiro sobrevoa Barcelona, devolvendo-me à Lusa Pátria mesmo a tempo do épico jogo de hoje. A cerca de quatro horas e meia de começar o Portugal – Espanha dos oitavos de final do Mundial 2010, estou para aqui feliz pela simples perspectiva de estar à frente de uma televisão a tempo do embate ibérico. Porque não era suposto ser assim…
A reunião que me levou às terras de Sua Alteza “Le Prince Albert du Monaco” (prestes a casar, embora pelo menos este facto não seja relevante hoje, ao contrário de tudo o mais no Cosmos) correu bem. Começou antes das nove da manhã e terminou antes do meio dia, com todos os objectivos profissionais cumpridos. O meu voo de regresso a Portugal estava marcado para as sete e picos da noite, mesmo a jeito para eu não ver boi do duelo ibérico, espremido numa cadeira (e logo sobre a Espanha!) enquanto o Cristiano Ronaldo, qual Brites dos tempos modernos, mandava os espanhóis para o forno (que é como quem diz, de volta aos planaltos áridos de Castilla La Mancha). Helas… Era meio-dia de hoje, estava numa rua do Principado a dez minutos a pé da bagagem que deixara no hotel. Apressei o passo de regresso ao Marriot enquanto falava com a minha agência de viagens, verificando que ainda havia lugar no voo da Portugália das 13:10. “Proponho o helicóptero por 105,00 EUR”, dizia-me a simpática colombiana na recepção minutos depois. Arrisquei. Afinal ia ficar por 105,00 EUR, mais barato que o táxi de Nice ao Mónaco na véspera, que custou 115,00 eur com gorjeta incluída! Calcorreei rapidamente mais uns duzentos metros até ao heliporto mesmo a tempo de apanhar o próximo heli (de 30 em 30 minutos) para Nice. Já no balcão da TAP, a moça “je parle pás le portuguais” que me atendeu torceu o nariz mas rendeu-se ao meu Francês de aflitos e lá me espetou no Fokker da uma e picos!
PS: aterrei, pulei para o carro, acelerei para o campo, mandei os emails que queria, dei um mergulho nu e agora vou colocar isto online. Depois vou ver o jogo! Um dia perfeito só poderá acabar bem…
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29.6.10
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terça-feira, 27 de maio de 2008
Passando no Mónaco, mais rápido que um fórmula 1
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27.5.08
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