quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Optimismo nórdico
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Noruega
sábado, 3 de setembro de 2011
Tabasco, Vietname e tugas loucos
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Megalópolis
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México
Lonesome
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Estados Unidos
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O país dos sorrisos
Todavia não me dei ao trabalho de escrever tudo isto para me queixar dos fastidiosos processos das viagens aéreas pós-9/11. Nem para sorrir para dentro por ver a segurança da América nas mãos do paquistanês dos Raios X, da menina polaca, da matrona russa com ar de KGB e do sique de turbante.
Não, escrevo para partilhar a observação que ouvi da senhora russa, quando finalmente completou o longo escrutínio a que me submeteu. Disse-me a matrona: ‘Gostava de ir a Portugal. Deve ser um país muito bom. Todos os portugueses que aqui passam sorriem!' Depois de passar o sique e remoer nisto até me vieram lágrimas aos olhos…
Viva nós!
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30.8.11
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terça-feira, 12 de julho de 2011
A torre do califa
O problema é que quando a música parou não havia assim tantos russos ou afegãos bimbos para ficar com a última cadeira. E em 2008 o sub-prime começou a transformar os cordeiros da finança internacional em lobos... Em Dezembro de 2008 a "bolha" do imobiliário rebentou. Oficialmente. As previsões eram já nessa altura, que os preços do imobiliário desceriam 80% em 2009...
O Dubai ficou a dever biliões de dolares. Só para as obras do "Downtown Dubai" foram 20 biliões, incluindo quatro biliões para fazer o Burj Dubai, que vêem na foto que tirei há pouco quando passava de taxi na Sheik Zaeed. Há uns anos valentes que não vinha aqui ao Dubai: em 2007 o maior arranha-céus do mundo ainda não estava construído, portanto ver estes 828 metros de altura ali ao lado (altura da bolha, diria eu...) foi de facto emocionante. Se tiver tempo espero hoje ou amahã aproximar-me mais.
Mas voltando à fábula. Onde existe uma cigarra é de esperar encontrar uma formiguinha. Nesta fábula de bolhas do deserto assim foi tambem. O magnânimo Emir de Abu-Dhabi, um dos emirados irmãos do Dubai (Abu Dhabi é o irmão mais velho, o emirado "chefe"...), assumiu o papel de formiguinha. Tinha uns trocos amealhados graças ao petróleo que não esbanjou e veio a correr emprestar 10 biliões ao mano cigarra. Claro que a cigarra foi castigada: o Burj Dubai teve de mudar de nome. Ficará para todo o sempre conhecido como Burj Khalifa Bin Zayid, o nome do xeique que manda em Abu Dhabi.
Moral da história: amochemos à troika e a os cordeiros agora feitos lobos. Paguemos, paguemos. Ou então preparemo-nos para ter um Aeroporto Angela Merkel ou uma Ponte Sarkozy... Já para não falar de uma Torre Moodys ali para os lados de Belém!
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12.7.11
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Dubai
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Também queremos um Futuro Negro para os nossos filhos!
Venha um futuro negro! Se vier acompanhado de um Emir benigno...
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11.7.11
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Qatar
Deserto com ideias
Qatar é quente. E não tem uma gota de água em todo o seu pequeno território (uma peninsula com vista para o Bahrein, com o tamanho aí do Alentejo e fronteira com a Arábia Saudita). Deserto, deserto e mais deserto. Ontem quando cheguei era noite e a temperatura tinha descido para uns "refrescantes" 36ºC. Hoje enquanto era conduzido do meu hotel em Doha para o trabalho (que me aguardava a uns 90 Km de distância para Norte) o carro marcava 44ºC. Um dia menos mau... A humidade, no entanto, estava surpreendentemente alta, o que torna o calor ainda mais difícil. Parece-me portanto que o clima é idêntico ao que me lembro dos Emiratos Árabes Unidos, aqui perto, anos atrás quando passava a vida caído no Dubai.
Como podem ver da amostra de Doha abaixo, colhida da janela do meu quarto como já é tradição, a cidade não é enorme nem super-produzida como o Dubai. No entanto lá mais ao longe espreitam os guindastes no que aparenta ser uma emergente "city a la megalómano". A ver vamos daqui a uns anos, com o Mundial de Futebol a vir para aqui em 2022, se não se acabam com uma bolha como o Dubai.
Por enquanto tudo vai bem nas terras de Sua Majestade o Emir Bom, Hamad bin Khalifa, sentado em cima de reservas de petróleo capazes de manter o Qatar por bastante mais tempo como o país do mundo com o maior PIB per capita (parece que durarão pelo menos mais 37 anos...). Claro que se divide o PIB pelos cerca de 200,000 qataris, numa população de 3 ou 4 milhões se incluirmos todos os estrangeiros que trabalham no petróleo, construção, refinarias, etc...
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11.7.11
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Qatar
sábado, 9 de julho de 2011
O meu limão
Para além do sentimento de posse (este fruto é muito mais meu do que algum electrodoméstico, carro, jantar, prato ou televisão alguma vez será...), o meu limão também me ajuda a sentir que ainda tenho lastro, âncora. Que para além das pessoas que amo há algo físico e enraizado que ainda me prende a esta terra.
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9.7.11
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Portugal
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Outono brasileiro
Depois do Rio de Janeiro seguiu-se o Rio Grande do Sul. Ir num dia e vir noutro... Sempre que se fazem estes raides pelo Brasil temos de nos munir de paciência extra. O stress é sempre abundante devido aos atrasos nos voos, ao tamanho dos aviões e dos aeroportos... Enfim, coisas de país grande.
Depois de muito correr para apanhar a ligação em Porto Alegre lá chegámos a Rio Grande. Aqui o stress acaba: o aeroporto é minusculo, acho que mais pequeno que a minha casa... Sai-se do teco-teco para a pista. Caminham-se vinte metros e entra-se no edifício. Dão-se mais cinco passos e sai-se pelo lado oposto. Estamos na rua. Ou antes, no parking deserto do aeroporto no meio de nenhures. Bom, não estava completamente deserto: lá estava a Fiat Dobló onde o nosso grupo de seis se espremeu a caminho do hotel.
Deixo-vos com mais umas fotos fugidias, incluindo a da vista do quarto, com as cores outonais desta altura do ano lá no sul do Brasi. As temperaturas desceram aos 6ºC durante a noite e abundavam as folhas caídas pelo chão. Um Brasil diferente!
Na viagem de regresso, quatro voos. A sinalética da casa de banho do restaurante onde jantei na véspera, em Cassino, perto de Rio Grande, foi premonitória: com tanta correria não houve tempo para escalas técnicas no wc! Foram dois voos de teco-teco até Porto Alegre (porque incluiu uma escala no meio dos pântanos para reabastecimento...), outro de Porto Alegre para Florianopólis e o final até ao Rio. Tudo por causa dos ciúmes que os Chilenos têm dos Islandeses! Agora também inventaram o seu próprio vulcão para implicar com a navegação aérea, pelo que o nosso plano de voo de regresso se esfumou... em cinzas. Vá lá, com cinco horas de atraso acabei por chegar ao Rio de Janeiro, mesmo a tempo de apanhar o TAP para casa três dias atrás. Viva o Verão e o Santo António!
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13.6.11
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Brasil
Nascer do sol em Copacabana
Na meia semana de trabalho no Rio fiquei em Copacabana, para estar mais próximo da acção (normalmente fico na Barra da Tijuca, que prefiro, mas o trânsito para chegar ao Centro vindo de lá é surreal...). O turismo ficou-se por dez minutos de corrida a uma lojeca perto do hotel para comprar umas havaianas último modelo para a malta. E por esta foto do nascer do sol, tirada da minha janela do quarto. Como seria de esperar o título quedou-se mudo, sem nada acrescentar ao maravilhoso espectáculo do... nascer do sol em Copacabana.
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13.6.11
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Brasil
Itaóca
A mudança não foi má: um dia estava eu a voar de regresso a Lima deixando para trás o deserto nortenho do Peru. No dia seguinte aterrava bem cedinho no Rio de Janeiro, antes do sol nascer. Enttretanto ainda houve tempo para um cheviche de estalo em Lima e de mais trabalho pela tardinha limenha, antes de me apressar para o aeroporto pela noitinha.
No Rio cheguei mesmo a tempo ali para as bandas do bairro das Laranjeiras . Àquela hora madrugadora os vendedores do mercado semanal instalavam as suas coloridas bancas. Frutos tropicais, carne, peixe, flores, produtos da horta... Alguns dos donos das bancas diziam com orgulho serem portugueses, apesar do sotaque brasileiro. Mas pareciam-se mais com os meus vizinhos agricultores em Portugal do que com Cariocas, lá isso...
Um regalo para os olhos e (no caso de um peixão vermelho que comprámos) para o estômago! Em menos de nada eu, o meu amigo que mora nas Laranjeiras, o carro dele e o peixe vermelho estávamos na Avenida do Brasil (são setenta quilómetros de avenida...) apontados a Sul.
O destino foi Itaóca, uma das várias localidades minúsculas aninhadas entre morros e angras paradísiacas, já perto de Angra dos Reis, onde os cariocas que podem têm casas de fim de semana e férias. Itaóca fica entre o Portobelo e o Club Med, ou seja: entre paraísos...
E assim se passou um Sábado 4 de Junho, em profunda reflexão, em casa de amigos. Eu na rede da varanda depois de um passeio na praia, o peixe vermelho no forno. O peixe inundando a atmosfera de um cheiro maravilhoso, eu meio a dormir a pensar que, apesar do trabalho ser duro ainda vão acontecendo uns Sábados decentes em sitíos como Itaóca. Para compensar...
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13.6.11
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Brasil
Deus por satélite
Nos poucos dias que passei no Peru antes de voar para o Rio, o programa não diferiu muito do da visita anterior, em Fevereiro: trabalho, trabalho, trabalho... Depois de me deitar exausto em Lima, aonde cheguei de Madrid pela mão da Iberia, levantei-me exausto às 3 da manhã para começar o dia com uma reunião a 1000 Km a Norte de Lima, em Talara, na desértica costa nortenha. Avião das 6 da manhã para Piúra, depois duas horas de carro por uma estrada sulcada por condutores assassinos, muitas vezes com volumosos camiões em contramão como arma... One day at the office... Nada muito diferente do pernoitar em Saigão e começar o dia com uma reunião em Vung Tau.
Como troféus turísticos ficaram as fotos que foram sendo capturadas a eito e sem jeito. Ficam duas para a posteridade, incluindo a evidência de que Deus nos guia. Por satélite. Só assim se percebe que se consiga sobreviver a duas horas na estrada para Talara, pisando riscos continuos a meio de pontes para ultrapassar vacas motorizadas...
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13.6.11
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Peru
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A 5 de Junho vota-se... no Peru
A escolha será entre Keiko Fujimori, a filha do Fujimori em tempos Presidente (e agora em prisão, condenado a 25 anos por atentados aos direitos humanos, corrupção, etc...), e o populista "A La Chavez" Ollanta Humala. Aparentemente mais um caso de "venha o Diabo e escolha", que não será único a 5 de Junho...
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Peru
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Roma express




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27.5.11
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Vaticano
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Desprendem-se uma ova!
Ontem comprei o El Mundo no aeroporto de Barajas em Madrid enquanto bebia um par de cañas e uma magnífica sandocas de pata negra. É a tal mania Tuga de querer saber o que os outros falam de nós... Apesar do recíproco não se aplicar: os Espanhois estão-se maribando para o que pensamos deles. Os ingleses esses nem falar... Ainda para mais hoje: não satisfeitos em ocultar as conquistas desportivas Lusas dedicando-lhes uma notícia microscópica, os bifes ainda por cima fizeram a Raínha iniciar uma visita histórica à Irlanda ao mesmo tempo que dois clubes Lusos se encontravam em Dublin para a final da Liga Europa! Até a Rainha alinha nestas manobras de diversão...
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18.5.11
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Espanha
domingo, 8 de maio de 2011
Minimalismo desportivo britânico
Na sexta-feira estava eu para variar em trânsito por London Heathrow, folheando um pasquim local (já nem me lembro qual era, e pela foto também não consigo ver). No pior aeroporto do mundo já nos sentimos inflamados o suficiente com a pouco britânica ausência de fleuma, sentido de humor ou qualquer vislumbre de cérebros pós-neolíticos na seita que toma conta daquela xafarica. Pelo que não precisava de mais uma demonstração de surpreendente (ou não...) chauvinismo britânico. Vejamos. Na sexta-feira de manhã dois clubes portugueses tinham acabado de chegar à final da Liga Europa de futebol, a ex-Taça UEFA, na noite anterior. Não é igual à final da Liga dos Campeões mas neste tempo de troikas em que se avizinham tempos desgraçados no Luso cantinho uma notícia destas ajuda a levantar a moral dos Zés como eu. Portanto lá estava eu, a folhear freneticamente um pasquim britânico no pior aeroporto do mundo, sequioso de beber as palavras de louvor e reverente admiração dos nossos mais antigos aliados, a propósito de mais uma façanha Lusa. A minha figura era a do Tuga chapado: nem sempre dizemos bem de nós proprios, mas invade-nos uma alegria canina quando qualquer estrangeiro diz bem de nós.
Vã esperança esperar tal coisa desta raça de gente. Para além de gerirem aeroportos, os pré-neolíticos britânicos aparentemente também tomaram conta da imprensa local... Não estão cá com coisas: ou um troglodita da mesma tribo está em prova até ao fim para ganhar, ou então fingem que nem existe. Apreciem em todo o seu esplendor a notícia do pasquim referindo-se à conquista lusa: uma microscópica menção na banda da página 59, sem fotos, com um total de vinte e seis palavras (26!). No Vietname a esta hora pelo menos uma página é dedicada à coisa, e nem foram eles que inventaram o futebol... Enfim. Também, o que se havia de esperar da malta que chafurda num aeroporto daqueles e apresenta um défice maior do que o nosso?
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Inglaterra
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Viva! Bin Laden já era!
Acabado de chegar a Houston, Texas, ontem à noite, estava no bar do hotel quando as notícias explodiram na TV. O ecran à minha frente estava a dar um jogo de baseball e Filadélfia tinha acabado de empatar com os New York Nets, perto do fim. De repente reparo que noutra TV, com outro canal, aparecia em rodapé "Osama Bin Laden Dead". Olhei em volta, acho que ninguém tinha reparado ainda...
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2.5.11
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Estados Unidos
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Somos os maiores!
Tal como dizia no post anterior, até no Vietname os nossos artistas da bola são badalados... E muito! Basta olhar para o jornal desportivo de Saigão que fotografei há uns dias atrás. Diga-se de passagem que os Vietnamitas são particularmente doidos por futebol e que o seu seleccionador nacional é Tuga: o Henrique Calisto, um semi-Deus como o Mourinho desde que ganhou a Taça da Ásia para o Vietname há um par de anos.
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14.4.11
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Tailândia,
Vietname
Ecos do bailout ao pequeno almoço
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Singapura,
Vietname
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Saigão na barbearia
O Asteróide é bera. Deixou-vos algures no Peru, em pleno deserto, a cavalo na Pan Americana, e volta passados 50 dias do outro lado do mundo assistindo ao escanhoar de um Vietnamita na rua. No entretanto, e sem passar cartão nem dar sinal de vida, não esteve parado. Em Março maravilhou-se com a cidade de Salamanca e penou pelas auto-estradas do sul de França entre Toulouse e Pau ,sob o olhar dos Pirinéus. Em Abril regressou como habitualmente a Singapura e agora mantém-se no eixo entre Vung Tau e Saigão, como sempre acontece quando para pelo Vietname. Entretanto a fiel Canon entregou a alma ao criador algures nos céus da Europa ao voar para estas bandas, para ser ressuscitada por um vietnamita artesão que tudo conserta. Ainda assim, enquanto a Canon estava nos cuidados intensivos, não deixou o Asteróide de ser mirone, recorrendo ao Blackberry. Foi com a câmera dessa coisa que pesquei o barbeiro da foto, em pleno acção no District 1, a quinhentos metros do centro. Se não se desse o caso de ser viciado numa certa barbearia de Singapura, até que teria experimentado!
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13.4.11
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Vietname
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Panamericana
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24.2.11
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Peru
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O carocha tatuado
Mesmo no meio do frio e da chuva miudinha, em Amsterdão é sempre possível caçar umas fotos diferentes. Cá vai mais uma, desta manhã a caminho do trabalho...
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11.2.11
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Holanda
Secas...
Ontem cheguei atrasado uma hora a Munique, mesmo a tempo de perder umas cervejas com um bom Amigo, por coincidência no mesmo aeroporto por instantes, vindo de Bucareste e a caminho de Lisboa. Depois, mais uma hora de seca para além do horário para apanhar o chaveco da imagem (um Avro qualquer coisa, muito motor para pouco avião...) para Amsterdão. Chegar a Schipol quase à meia noite, apanhar o comboio para a Central e chegar ao hotel tarde e cansado. Nem sempre é divertido ser Asteróide...
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11.2.11
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Alemanha,
Holanda
domingo, 30 de janeiro de 2011
Bruxas a fazer pão mole
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30.1.11
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Portugal
sábado, 22 de janeiro de 2011
1395ª vista de um quarto de hotel
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22.1.11
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Estados Unidos
sábado, 1 de janeiro de 2011
A fuga da neve

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1.1.11
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Escócia,
Inglaterra
Crime no hotel, comida tailandesa na rua e copos na igreja: estamos na Escócia, claro...

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Escócia
Em Manchester? Nada para fazer a não ser comer...
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Inglaterra
Amsterdão em fotos. Finalmente...
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Holanda







