sexta-feira, 2 de maio de 2008
Saigão 2008: é ver, é ver, não fica assim muito mais tempo!
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2.5.08
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Vietname
terça-feira, 22 de abril de 2008
Regresso à Cochinchina
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22.4.08
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Vietname
quinta-feira, 17 de abril de 2008
A gente da terra dos gerúndios
De facto “está faltando” relatar muita coisa sobre a minha foguetória passagem recente pelo Brasil, em duas semanas demasiado aceleradas entre final de Fevereiro e início de Março últimos. Foi uma semana no Rio, com base na Barra, e outra semana rodopiando por parte do país, com São Paulo a servir de dormitório e os seus aeroportos (usei os dois...) no papel de placa giratória. Dormir quatro horas em São Paulo entre o avião de regresso de Ipatinga, a Capital do Aço de Minas Gerais, e o pássaro que me levou no outro dia antes da alvorada para Camaçari, Bahia, não é propriamente fazer turismo... Ainda deu para passar de carro na Avenida Paulista há noite e nada mais. Do Estado de São Paulo acabei por conhecer, a 100 Km da grande cidade, a bucólica Quiririm, o maior contraste possível com a megapólis...
Como eventualmente já leram mais abaixo, estou em Singapura, agora como visitante apenas, mas sinto um certo remorso por ainda não ter declarado alto e bom som que SIM, é VERDADE, e só peca por defeito: o Rio de Janeiro é de facto a Cidade Maravilhosa! Que dizer do Rio? Vou guardar comentários para um post mais tarde, quando publicar no Picasa as fotos da cidade.
Ficam para já a estranheza desse país de uma força estonteante que é o Brasil, onde tudo é violento, ou belo, ou arrebatador, ou louco, ou uma mistura de tudo isto ao mesmo tempo. Este turbilhão é depois temperado pela exótica pitada do português falado já em conformidade com o Acordo Ortográfico que será assinado no ano de 2124... Quem se poderia lembrar de chamar a uma pen-drive USB de “chupa-cabra” se não os brasileiros?! E que dizer do “camelódromo”, que ao contrário do que possam pensar não é um sítio para corridas de camelos como no Dubai? No Brasil um “camelódromo” é um mercado de venda ambulante, sendo os vendedores itinerantes alcunhados de “camelos”.
O Brasil não consegue ser descrito, então por um falta de jeito como eu. Não sabendo como o descrever, vou dizendo que é o sítio onde por exemplo uma propaganda do Estado clama “O Candidato que Você Elegeu é Você Lá. Olho nele!”. Poxa vida... E que dizer das estatísticas? Dezassete assassinados por dia no Rio, quatro dos quais na Barra da Tijuca, supostamente um canto mais calmo, a 500 metros do meu hotel numa manhã em que devia estar a dar o mergulho das seis da manhã: bandidos mandaram granadas, abalroaram carro da polícia e finalmente foram feitos em picado, os quatro, a tiro de metralhadora. Outra estatística: uma média de dois moto-boys morrem diariamente no Rio (os moto-boy são os estafetas que compõem o sistema circulatório documental da cidade, porque correio não é fiável para os negócios). E as praias que nunca mais acabam, a praia omnipresente do Rio? Na realidade não se sabe bem o que é PRAIA antes de ter ido ao Rio... Tudo isto com um certo ar de familiaridade, como quando dei comigo, no único dia que parei para um chôp de fim de tarde na Praia do Pêpê, a cumprimentar um conhecido actor de novela que me foi apresentado enquanto passava de calção de banho e prancha debaixo do braço.
Para lá do Rio, nas minhas voltas, ficou a constatação que as línguas de raiz índia (Tupí-Guarani) se mantiveram fortíssimas na toponímia dos lugares. Estive em Quiririm e Caçapava no estado de São Paulo, em Camaçari na Bahia, em Ipatinga em Minas Gerais...
Bom, por hoje chega de Brasil... para lerem mais esperem que eu volte a ter tempo. Talvez em Maio, quando estiver de novo por aquelas bandas, desta vez apontado ao Recife. Entretanto já podem ver online um álbum de fotos da Bahia (desta vez pouco vi da Bahia, as fotos são de 2005 quando estive em Salvador) e outro de fotos à traição no Brasil desta última viagem: pessoas, animais e coisas apanhadas enquanto passava a correr...
Já com a consciência mais tranquila, deixarei agora o Asteróide subir para Norte, até ao Vietname que desta vez vou conhecer em maior extensão durante a próxima semana. Depois, uma saltada mais a Oriente, o meu recorde em teremos de deslocação para Leste: a Coreia. Não prometo quando voltarei a dar notícias!
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17.4.08
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Brasil
Crime, crime, crime: o caso do terrível chihuahua malaio
Enquanto a crónica das escaldantes noites de Singapura (dark side...) se faz esperar, acho adequado mitigar-lhes a impaciência (já que tenho estado aqui por Singapura desde a última semana, de passagem) com um parente, embora pobre, do sexo: CRIME!
É assim que vos apresento o criminoso Liu Liangwu, que escapou por um triz a ser engavetado por 12 meses por ter sido apanhado a entrar na República de Singapura com uma arma proibida, na fronteira rodoviária com a Malásia. Safou-se pagando uma multa de 10,000 SGD (cerca de 4650 EUR ao câmbio de hoje), o que eu acho uma prova da doçura com que Singapura trata este tipo de empedernido facínora. Na imagem acima exponho-vos o Criminoso e a Arma do Crime (um Chihuaha de aspecto nitidamente letal, capaz de provocar uma mortandade na população local de pitons, iguanas ou coreanos por atentado à digestão).
À parte o Caso do Vil Chihuahua de Johor Bahru, ali do outro lado da ponte (de lá só vem desgraça, desde que o Sultão de Johor se aliou aos Holandeses para correr com os portugueses de Malaca) ficam as 10 acusações de maus tratos que recaem sobre uma senhora local. A pobre senhora está em risco de pagar 1500.00 SGD (700 EUR) de multa por ter repetidamente esmurrado, puxado os cabelos e dado com a colher de pau à sua empregada indonésia.
De resto, crime à parte, a vida é boa aqui em Singapura (excepto para mim, que trabalho como um cão – mas com gosto - deixando o Asteróide à deriva). Os preços de compra e aluguer de casas começam finalmente a travar a subida. Chegado o fim do prazo de entrega do IRS só 15% ainda não entregaram a declaração (ainda o podem fazer na net, como já fizeram cerca de um milhão de contribuintes, de um total de 1,5 milhões de pagantes). O Cristiano Ronaldo aparece todos os dias em pelo menos um jornal. O Singapore Flyer, a maior roda gigante panorâmica do mundo (165 metros de diâmetro deu finalmente a sua volta inaugural para fazer inveja ao London Eye. Os indonésios aqui do lado são gozados por um Presidente da Câmara estar a ameaçar uma dançarina-cantora de dangdut com uma proibição de actuar se não aceitar tornar o seu espectáculo menos sexy. “Jovens do sexo masculino disseram-me que ficavam sexualmente excitados quando vêem Dewi Persik actuar”, acusou uma líder religiosa indonésia, o que levou Dada Rosada (!) o Presidente da Câmara de Bandung, a proferir que “o que desperta o apetite sexual não é arte...”. Alamah! Fiquei com vontade de apanhar o ferry para Java...
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17.4.08
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Singapura
segunda-feira, 31 de março de 2008
Último da espécie?
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31.3.08
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quarta-feira, 12 de março de 2008
Crónicas do Rio: porque se come um bom rodízio em Singapura
Não custa pensar que há 508 anos atrás um qualquer obscuro grumete da frota de Cabral, depois de escala retemperadora nas terras de Vera Cruz, se tenha feito à vida em Calecute para mais tarde chegar a Malaca pela mão de Afonso de Albuquerque. Não deixa de ser plausível também que o mesmo moço possa ter acabado por desaguar nos pântanos da Singapura de então, caso se tivesse deixado aprisionar por algum nefasto pirata javanês do Estreito. Terá sido, o dito grumete, o primeiro ser humano a fazer a rota Brasil-Singapura! Não custará portanto muito fazê-los acreditar que, passados vários séculos de evolução dos meios de transporte, um empreendedor Singapurense tenha decidido tirar um ano sabático para viajar pelo mundo nos anos 90. O Mr. T. (chamemos-lhe assim...) acabou por passar pelo Rio de Janeiro e, encantado por aquelas paragens, por ali ficou uns tempos. Um modelo de negócio particularmente inovador (para ele) chamou-lhe a atenção: o rodízio brasileiro, em particular aquele que via diariamente ser principescamente servido na churrascaria do Copacabana Palace. Homem de meter a mão na massa, arranjou trabalho a servir à mesa nessa mesma casa, anotando cuidadosamente todos os detalhes de um filão que contava poder reproduzir em Singapura. Até o dia em que foi apanhado...
Aconteceu quando Mr. T. foi visto por um colega recolhendo ao lar após uma jornada de árduo trabalho... num quarto do Copacabana Palace, o mais caro hotel do Rio! Informado, o gerente da churrascaria não descansou enquanto não se sentou com Mr. T. para pôr tudo em “pratos limpos”. Dessa conversa saiu algo que ainda hoje eu e os meus amigos Tugas em Singapura podemos usufruir: as várias churrascarias brasileiras de nível entre o aceitável e o bom que pululam na Lyon City. De facto Mr. T. regressou a Singapura para fundar a churrascaria “Brasil” da 6th Avenue e com ele trouxe uma selecção brasileira de excelentes funcionários brazucas, cedidos pelo novo sócio de Mr. T: o gerente do Copacabana. Foi o começo da saga. O primeiro assador-mor, tio dos meus amigos Paraíbas do Mamma Lucia, foi trazendo cada vez mais família, fulano traz sicrano, o novo modelo de restaurante pegou de estaca, os imitadores surgiram (o Carnivor do Chijmes e do Vivo City até já virou “franchise”...), mais Brasileiros vieram. Enfim, uma multidão de dignos herdeiros do grumete quinhentista, todos ao espeto!
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12.3.08
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Um quarto com uma vista: Rio de Janeiro, seis da manhã
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27.2.08
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Brasil
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
A glorious morning
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19.2.08
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Inglaterra
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Bienvenidos a Houston, Texas!
Á parte o omnipresente espanhol (a pressão demográfica é de facto algo esmagador, só na cidade de Houston, 4 milhões de habitantes, estima-se que vivam 400,000 imigrantes Mexicanos ilegais...) e a confirmação dos hábitos necrofágicos dos abutres, pouco mais recolhi neste pulo-vou-num-pé-venho-noutro. Tenho umas fotos dos arranha céus de “down town Houston” (tiradas da “highway”), umas fotos dos principais monumentos do Texas, ou seja, as refinarias a perder de vista (tiradas da “highway”...) e também um sortido de semáforos, cartazes orientativos, camiões titânicos e pick-ups gigantes com condutores gordos: tudo tirado na “highway”! Talvez ponha o album no Picasa um dia destes, o mundo real também é feio e monótono de vez em quando... (nota posterior: já podem espreitar algumas fotos no Picasa)
Ah, ia-me esquecendo: abaixo a TAP! O voo Lisboa-Newark foi cancelado, embarquei com duas horas de atraso no voo seguinte, um avião raptado no Porto (era para ter ido directo e teve de apanhar as sobras de Lisboa...), perdi mais uma hora na pista da Portela encolhido no assento enquando arranjavam uma avaria na porta do porão, finalmente chegado a Newark já tinha perdido a ligação da Continental para Houston mas ia a tempo de apanhar o último voo do dia ainda disponível, não, seria bom demais, era um avião da TAP, amocha aí, mais uma hora parados na pista, desta vez em Newark, até nos darem uma porta para desembarcar... De cortar a respiraçã, hem? Tudo isto foi péssimo, não acham? Ainda não viram nada... Eu e a minha dor de costas já espumava quando os serviços da TAP em Newark me informaram que eu tinha mesmo acabado de perder o último voo para Houston, devido ao atraso no desembarque... Despejaram-me num hotel ranhoso no aeroporto, onde dormi 3 horas para apanhar o voo das 5:30 que a TAP me reservara. Reservara? Nãããooo, claro que o código de reserva que eu tinha no papel que a TAP me dera não era válida, a menina da Continental não me podia pôr no dito voo, nem no seguinte que também estava cheio, só no das 8:50 que já chegava tarde para a minha reunião em Houston! Inenarrável... Bem acabei por ter a sorte de, em lista de espera, conseguir arranjar um lugar no das 5:30, devido à desistência de outros passageiros. Agora ala, vou para o aeroporto de novo, até me arrepio a pensar que aventuras me esperam agora no regresso! Até breve.
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12.2.08
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Estados Unidos
O mico da Sentosa
Já agora um aparte para os meus amigos de Singapura: na foto do macaco podem ver, mais à esquerda, o que parece ser uma camera de vigilância video. Será? Alguém que passe na Tanjong Beach nos próximos tempos poderá tentar verificar antes de fazer figuras indecentes na praia... ;-)
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12.2.08
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Singapura
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
"Joga bonito" leva seis na pá...
Infelizmente não houve arte futebolística que nos safasse... Os adversários jogavam todas as semanas, eu por mim já não jogava desde que o Reagan era Presidente dos EUA (acho...) e todos os tugas apesar de darem uns toques jeitosos não estavam rotinados na coisa. Verdade se diga que quando entrei, para fazer miséria a lateral esquerdo, já havia 4 - 0, nada de histórias, por mim os putos adversários nunca passaram (acho que tiveram pena...). Bem, a verdade é que o campo, ali para os lados de Ang Mo Kio Ave 3, mais parecia um batatal. E não tinha balneários, nem um buraquinho para fazer uma mijinha, nem um bebedouro... Desde o Euro 2004 com os seus magníficos estádios que nós os tugas não papamos disto, falta de condições assim não, por favor! Bem, ficou a foto. Um dos que está na foto arriscou-se a ser preso e vergastado por em desespero de causa se ter aliviado, de cócoras e por uma nesga da perna do calção enquanto assobiava para o lado, quando estava no banco. Outro sorri alegremente, longe de saber que um par de meses mais tarde havia de partir uma perna noutro jogito deste tipo... E eu, bem, acho que posso tirar férias da bola durante mais umas décadas...
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28.1.08
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Singapura
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
A surpresa Persa
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21.1.08
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Irão
sábado, 15 de dezembro de 2007
Na terra de D. Laurinda
A minha passagem por Macau deu-se durante um fim de semana de Novembro, na sequência da visita a Hong Kong em Novembro. Foram apenas dois dias, mas com pouco sono e muito palmilhanço, que terminaram com o regresso a Hong Kong da mesma maneira em que cheguei: embarcado no super-rápido jet-foil que faz a ligação entre as duas Regiões Administrativas Especiais da China. No final tinha as pilhas bem embaixo mas a alma bem alimentada de imagens e de pessoas. Macau preencheu bem as minhas expectativas, com o prazer de ver tanta de Luso num local tão Asiático... Ver a minha Língua um pouco por todo o lado, desde a toponímia dos edifícios e ruas aos nomes das lojas e outros negócios, caminhar sobre calçada portuguesa ou beber uma Sagres ao almoço, empurrando uma espécie de carne de porco à alentejana, soube-me maravilhosamente bem.
Os Macaenses disfarçam bem mas fiquei com a sensação que o número daqueles de etnia chinesa que falam Português são mais do que eu pensaria. Claro que os taxistas não falam nada, nem Português, nem Mandarim, nem Inglês, provávelmente se lhes falaram em Cantonês também não percebem, só para ver se nos levam a dar a volta ao bilhar grande! Bem, vamos às imagens da Macau ensolarada e fresquinha (temperatura pelos 20 e poucos) que conheci em Novembro de 2007. Publiquei dois albuns no Picasa, um com imagens da cidade, outro com as pessoas e aspectos das suas vidas.
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15.12.07
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Macau
sábado, 1 de dezembro de 2007
Casa!
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1.12.07
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Portugal
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Um Natal de manga curta
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22.11.07
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Singapura
Rapidinha: a incrívelmente internacional Caldeirada a la Asteróide
Uma moça filipina acabou de me telefonar, a mim, inveterado nabo culinário, para eu lhe dar a minha receita de caldeirada. Empregada como “made” numa casa de família chinesa toda a semana, quer cozinhar o meu prato esta noite para os seus patrões chineses... Meu Deus, é a minha coroa de glória!
Este é o único prato de minha invenção (é uma caldeirada sui generis...) e de facto consigo servi-lo para geral satisfação e aprovação dos raros convivas que já o provaram (eu sozinho em casa, por exemplo, como terapia no final dos dias mais acelerados, ou a minha cara metade e os meus miúdos quando de 3 em 3 meses estamos juntos!). Num famoso convivio tuga aqui em Singapura há uns meses, no Les Chameaux Bar, a minha caldeirada aguentou estoicamente o embate com uma feijoada maravilhosamente confeccionada por um casal de amigos aqui também desterrados e toda a malta gostou (venham de lá os comentários ao post, ó companheiros tugas de Singapura, sempre quero ver se andam a ler isto...).
Estou mesmo orgulhoso... Bem, orgulho à parte, não esqueci que ainda vos devo o relato das minhas andanças em Macau. Espero conseguir pôr-me em dia até ao final do fim de semana... Até porque para a semana volto a voar de encontro a mais um destino exótico!
A foto: a caldeirada à Singapurense em 2019, ainda vivinha da Silva.
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22.11.07
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Singapura
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Hong Kong, último episódio...
Para nos movermos mais rápido em Hong Kong há que palmilhá-la cá por baixo, a norte, nunca muito afastado do Victoria Harbor, a costa virada para Kowloon. É nessa franja que se concentram os maiores arranha céus, os centros comerciais e as principais artérias por onde se pode rápidamente navegar no eixo Leste - Oeste, apanhando o tram, o metro (a Island Line, que não experimentei) ou a pé. Uma alternativa também fácil é caminhar de edifício em edifício com um certo desafogo usando as passadeiras superiores que os unem, apanhando às vezes os passeios cá embaixo quando a vista vale a pena. Mas para "mergulhar" devidamente em Hong Kong há que penetrar para Sul, logo que chegamos à vertical de uma zona que vale a pena explorar. Para Sul a cidade sobe e adensa-se em ruas estreitas, cobertas de cartazes e anúncios, de lojas, de venda ambulante em muitos zonas, de bares e restaurantes noutras. Aqui ou ali encontram-se pequenos oásis de paz ou de espaço, como o Hong Kong Park no Central District, o Victoria Park mais a Leste em Causeway Bay ou o templo de Man Mo, no Western District, não longe do meu hotel. Destaco o que em Hong Kong mais me fascinou: subir ao The Peak (Victoria Peak), do qual já falei em posts anteriores, a 396 metros de altura e com uma vista fabulosa sobre a cidade, visitar a mini-feira da ladra de Cat Street, nas imediações de Hoolywood Road e usar o escalator, sobrevoando o bulício de Hong Kong até chegar ao SoHo para comer algo num restaurante castiço. Bom, vejam mas é o álbum...
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19.11.07
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Hong Kong
Transportes em Hong Kong: algo de "dejá vu"...
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19.11.07
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Hong Kong
sábado, 17 de novembro de 2007
Arranhando os céus em Hong Kong
Claro que umas das imagens mais conotadas com Hong Kong são os seus arranha-céus... E merece a fama, pois rodando desde os 420 m do IFC2 (inaugurado em 2003, com direito a um honroso 6º lugar na hierarquia mundial dos arranha céus) até às formas arrojadas do Bank of China, o pescoço passa o tempo a contorcer-se para conseguir apreciar devidamente a visão. Os panoramas de conjunto, com o Central District da Ilha de hong Kong visto do outo lado do canal (de Kowloon) ou do alto do The Peak merecem bem a visita por si só! Ficam as imagens, algumas repetidas dos mesmos edifícios mas em vários ângulos... Quem estiver em Hong kong com uma câmera fotográfica nas mãos sente-se como um fotógrafo de moda liliputiano rodeado de dançarinas de aço e vidro vestidas... Gostaria de ir a Nova York, que não conheço: um marujo americano que se cruzou comigo num eléctrico disse-me que desde as "caves" das ruas fumarentas até ao topo dos arranha céus Hong Kong lhe fazia lembrar New York!
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17.11.07
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Hong Kong
Lisboa, 29 de Janeiro de 2006
Singapura? Hong Kong? Vietname? Malásia? Indonésia? Macau? Angola? Cuba? Tailândia? Brasil? Não, na maior parte dos momentos quero mesmo é estar em casa, em Lisboa, mesmo que neve! Esta foto é do famoso 29 de Janeiro de 2006, quando nevou em Lisboa pela primeira vez em mais de 50 anos. Foi poucas semanas antes de eu marchar para Singapura...
Peço desculpa por este momento de saudade... O programa voltará a Hong Kong dentro de momentos...
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17.11.07
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Portugal
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
O caldeirão humano de Hong Kong

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16.11.07
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Hong Kong
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Atribulações de Batman em Hong Kong
Claro que as filmagens do Batman em Hong Kong foram motivo de muito zumzum nos jornais, e no dia seguinte às fotos que tirei surgiu o cartoon que também partilho convosco... Nem o Batman se safa no meio da esmagadora Hong Kong!
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14.11.07
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Hong Kong
Da Legolândia para Gotham City
Quando vos falo de Hong Kong refiro-me apenas à metrópolis que se aninha na costa norte da ilha de Hong Kong, no sopé do The Peak. O território completo da Região Administrativa Especial (RAE) de Hong Kong é bastante maior que eu esperava, maior mesmo que Singapura (1042 Km2 contra 682 Km2). No post anterior podem comparar os mapas de ambos os territórios e saber detalhes sobre cada país clicando nos mesmos. Na realidade a RAE de Hong Kong inclui até zonas com campo e praia, tanto na costa Sul da Ilha de Hong Kong como em vastas áreas dos Novos Territórios, a Norte da Ilha e ligando com a eufemisticamente chamada “main land” (a China...). Hong Kong, como Macau, pertence à China desde 1997 (Macau desde 1999) mas ainda goza de um estatuto de autonomia especial durante 50 anos, mantendo uma identidade muito forte. Usam o termo “main land” de forma semelhante ao termo “continente” usado pelos Portugueses das ilhas Atlânticas.
Para quem vem de Singapura, um paraíso urbano todo arranjadinho, espaçoso e verdejante mesmo sob a sombra dos arranha céus (onde os há), a primeira impressão quando se “mergulha” em Hong Kong é esmagadora... Esta metrópole é em muitos aspectos considerada semelhante a Singapura (em dimensão, história – passado Britânico, pujança económico-financeira, população maioritáriamente de etnia chinesa). Mas na realidade são dois espaços completamente diferentes! O título deste post diz tudo: se Singapura parece a Legolândia (ouvi este paralelismo da boca de uma senhora Portuguesa em Macau, que aprecia mais a confusão de HK que a paz de Singapura...), Hong Kong faz lembrar Gotham City! O espaço entre arranha céus é muito mais diminuto, as ruas mais sujas e cheias de população, lojecas chinesas a vender de tudo por todo o lado, becos e ruelas entalados entre gigantescas paredes, sobrevoados por passadeiras aéreas que ligam os arranha-céus, onde milhares de pessoas se fazem às suas vidas sem repararem que estão num autêntico filme... Por falar em filmes, o título Blade Runner também me ocorre de vez em quando, aquela noção de cidade multi-nível onde os píncaros de aço e vidro rebrilhante albergando uma população sofisticada contrastam com as profundezas fumegantes onde seres barulhentos andam aos encontrões no meio do labirinto de lojas, tascos, vendas ambulantes...
Bom, é só uma primeira impressão! Vou digerindo as fotos e relendo as notas do meu Moleskine para em breve vos dar mais detalhes...
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14.11.07
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Hong Kong,
Singapura
Vamos todos reclamar a Pedra Branca!
Tal é o nome (tal e qual o escrevo, em bom Português!) dado a uma ilhota que pouco mais é que um rochedo granítico, onde só cabe um farol, erigido pelos Ingleses no século XIX. Os Portugueses baptizaram o rochedo no inicio do Século XVI (vejam este artigo na Revista da Armada). E Pedra Branca ficou por alva ser a côr do guano ressequido deixado por muitas gerações de aves marinhas que abundam por aquelas bandas...
E cá está a solução: mandar imediatamente uma comitiva Lusitana a Haia (vai dar um particular gozo fazê-lo debaixo do nariz dos Holandeses...) e reclamar a Pedra Branca para a nossa bandeira perante o TIJ! Resolvido o assunto, trocaremos a metade da ZEE que perderemos com a “libertação” da Madeira (e com a nossa “libertação” dos furúnculos que mancham o Estado Democratico em que gostamos de viver) por uma outra, muito maior! Uma faixa de umas milhas valentes de largura, saindo do Algarve para cruzar o Mediterrâneo, passando o Suez (passava a ser nosso, claro, temos jeito para portageiros...), o Mar Vermelho (finalmente vou poder dar uns mergulhos de jeito em águas nacionais!), roçando a Peninsula Arábica de forma a catar um terço das reservas de petróleo offshore do mundo, continuar pelo Índico até ao Mar de Andaman, meter pelo estreito de Malaca (a nossa vocação portageira seria aqui exercida pela 2ª vez, 500 anos depois!), passar ao largo de Singapura e, finalmente, chegar à nossa nova possessão. Já estou a ver a nossa bandeira a flutuar no farol da Pedra Branca!
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14.11.07
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Cromos de Koh Lanta
Koh Lanta está situada na costa na costa Oeste da Tailândia (o mar de Andaman, já parte do Oceano Índico) mas a Leste das Phi Phi e de Phuket. Só em 1996 ficou ligada à electricidade. No mesmo ano inaugurou-se a ligação por ferry para carros entre o continente e as duas ilhas principais que compõem este distrito da província de Krabi (ambas as travessias não são mais que umas poucas centenas de metros...). Um clã de Chao Ley (os "Ciganos do Mar") ainda habitam estas paragens, tentando preservar os seus costumes antigos, mas a população de hoje é uma mistura de Tailandeses budistas e muçulmanos, chineses, malaios e... Suecos! Estes últimos dominam o desenvolvimento recente do turismo nesta zona. Não sei porquê, o que é que os trouxe, mas práticamente colonizaram Koh Lanta! Os Vikings são donos dos resorts, das empresas que organizam os mergulhos, têm restaurantes Suecos, escolas Suecas. E tal como os chalets suiços dos nossos imigrantes quando regressam a Portugal, aqui os Suecos gostam de viver sobre telhados zincados preparados para a neve, em vez de usar a magnífica arquitectura rural Tailandesa!
Cheguei numa quinta-feira à noite a Krabi, capital de provincia, com um casal amigo. Krabi fica a norte de Koh Lanta e tem um aeroporto novo para escoar os números crescentes de turistas (começa a ser uma alternativa a Phuket, do outro lado do golfo). Voámos para lá na Tiger Airways por pouco mais de 100 euros cada. Um motorista do resort apanhou-nos e demorou duas horas e os tais dois ferries para nos despejar finalmente, pelas 1.30 da manhã, no Noble House resort na Klong Dao Beach, na ilha de Koh Lanta. O resto foram 3 dias de mergulhos no Índico, ao largo de Koh Lanta. Saíamos de manhã pelas 8 da manhã e estávamos de volta pelas 4 da tarde. Mas ainda deu para um relax de vez em quando na piscina, duas doses de massagens na praia e uns copos num bar "rasta" surreal! Espreitem o album “Koh Lanta a seco”... E não se esqueçam dos albuns “Peixes” e “Divers”!
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6.11.07
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Scuba,
Tailândia
domingo, 4 de novembro de 2007
O choque dos Mundos aplacado por Buda: a feérica Bangkok
Bangkok é também a cidade de todos os meios de transporte: chega-se de avião, apanha-se o taxi para o hotel, usufrui-se do moderno metro para visitar os mercados dos arredores, sobrevoando a cidade em viadutos futurísticos ou mergulhando no seu subsolo, apanha-se o barco de carreira para avançar umas paragens rio acima (o Chao Phraya, verdadeira artéria da cidade), salta-se para uns barquitos tipo gôndolas motorizadas para percorrer os canais da labírintica Bangkok “profunda” e, last but not the least: o tuk-tuk! Claro, aqueles triciclos de motor a dois tempos que enxameiam as ruas e que por 20 ou 40 bats (50 cêntimos a 1 euro...) nos levam por todo o lado. Até de graça nos carregam, acho, se os deixarmos arrastarem-nos pelas lojas de Bangkok que lhes pagam comissões!
Os Tailandeses são de uma simpatia desarmante, em geral. Há sempre um sorriso, mesmo que seja o de um condutor de tuk-tuk a fazer-se despercebido para nos despejar num alfaiate manhoso, numa rua esconsa... A limpeza das fardas escolares contrasta com os farrapos dos mendigos, da mesma maneira que os shopping centers de Rama I contrastam com as barracas nas margens dos canais.
A densidade de templos em Bangkok é impressionante. E no coração de Bangkok, no ponto da margem do Chao Phraya onde encontramos o complexo do Grande Palácio Real, a riqueza dos edíficios e dos seus conteúdos é fabulosa... Mas não só. Um pouco por toda a cidade, desde o Golden Mount Temple no topo de uma colina com vista magnífica até ao Buda Dourado (5 ton de ouro maciço...) escondido num templo algures numa rua mais perdida, os pagodes sucedem-se e os dourados ferem-nos a vista.
Um conselho: se forem a Bangkok façam como eu mais a minha companhia: esfalfem-se nos mercados, sacudam-se de barco pelos canais, dêem cabo dos pés a calcorrear templos e, quando estiverem bem derreados e suados, vão usufruir do chá das cinco no The Authors Lounge do Oriental Hotel. É chegar ao céu. O chá de primeira, os scones a babarem manteiga derretida e compota caseira, a terrina cheia de bolinhos, tudo a ser saboreado ao som de uma guitarra clássica tocada ao vivo, suavemente, no sítio onde Conrad em 1888 ou Sommerset Maugham em 1923 já beberricaram o seu chá...
Espreitem por partes a Cidade, as Pessoas e os Templos nos albuns que publiquei no Picasa online.
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4.11.07
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Tailândia
A Grey Area da Gay Law: uma Guterrada em Singapura...
Em Setembro, decorridos 23 anos desde a última revisão do Código e após um período de reflexão e “debate” (interno...), o Governo anunciou as revisões feitas ao Código Penal que se julgaram necessárias. Uma muito esperada decisão seria a eliminação da aberrante Secção 377A. Muitos activistas, nos jornais e na net, homosexuais ou simplesmente cidadãos mais evoluídos que o grupinho de retrógrados que o Governo não quer ofender, clamaram pelo fim da hipócrita lei. Mas os abaixo assinados e cartas ao Primeiro-Ministro não resultaram: a 18 de Setembro os jornais anunciaram as revisões e a 377A lá continuava...
O brado de revolta que se seguiu, sem se comparar com alunos a baixar as calças à frente de Ministros ou polícias a brincar aos bombeiros como em Portugal, foi invulgarmente sonoro para os padrões de Singapura. Nos jornais e na internet, mais fielmente esta última, muito boa gente “cascou” forte e feio na falta de coragem do Governo. Ao ponto de o Primeiro Ministro Lee Hsien Loong ter que vir fazer um discurso para aplacar as massas, uma verdadeira pérola ao melhor estilo uma-no-cravo-outra-na-ferradura dos tempos do nosso PM Guterres. A mensagem de Lee foi bastante simples: mantiveram a Secção 377A porque em Singapura ainda existe uma “maioria conservadora” que não aguentaria tais mudanças (não sei como é que o PM mediu a dita “maioria”). No entanto não se esforçarão por implementar a Lei! É a chamada “Grey Area”: faz de conta que a Lei existe mas para efeitos práticos não se aplica... Dito pelo PM de Singapura: 'If we force the issue and settle the matter definitively one way or the other, we will never reach an agreement... Instead of forging a consensus, we will divide and polarise our society', explicou Lee!
A imagem que ilustra o post foi retirada de um dos blogues que se dedicaram ao tema. Podem ainda espreitar o teor da mensagem do PM Lee. Ou o site do mais barulhento movimento pelo Não ao 377A.
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4.11.07
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Safari Tailandês... a 18 metros de profundidade
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2.11.07
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